Hello world!
Welcome to WordPress.com. This is your first post. Edit or delete it and start blogging!
Shoot’em Up

Os Shoot’em ups (vulgo “jogo de nave” ou “jogo de tiro”) fizeram um sucesso imenso nos arcades dos 80 e continuou esse sucesso nos consoles em 90.
A fórmula é simples, destrua tudo a sua frente e desvie da saraivada de tiros que jogam contra você. A concentração e habilidade são os fatores necessários fundamentais para se dar bem. É claro que uma pitada de sorte sempre ajuda, mas em alguns jogos você vai precisar ser tão bom que apenas reflexos beirando as raias da premonição e habilidade de um Jedi o levarão a vitória.
Tudo começou com o Space Invaders que foi um tremendo sucesso. Logo após muitos outros surgiram alavancados pelo último como Megamania, Galaxian, Defender e Vanguard.
Perdi as contas de quantas fichas gastei com jogos como Prehistoric Isle e Xevius pois eram extremamente viciantes.
Depois do advento dos consoles caseiros muitas séries foram aclamadas e viraram ícones do shoot’em up. Entre ela podemos destacar Gradius, Life Force/Salamander, Parodius, Darius, R-Type, 1942, Tiger Heli, Thunder Force, Axelay e Aero Fighters.
As últimas gerações de consoles mais modernos nos premiaram com visuais incriveis e muito mais objetos na tela para você se preocupar, o negócio ficou quase que insano. Pérolas como Ikaruga e Gradius V garantiram um espaço especial em minhas memórias.
E para a alegria de nós, fãs desse tipo de jogo o site FinallBoss fez uma compilação de diversos shoot’em ups gratuitos que você pode baixar e jogar no seu computador. Alguns são remakes de clássicos e outros jogos totalmente novos mas que preservam o espírito dos bons “jogos de nave”. Baixem que vale a pena.
Especial FinallBoss Shoot’em Up – Parte 1
Especial FinallBoss Shoot’em Up – Parte 2
Every Video Game
O Every Video Game é um site na mesma linha do vNES, mas disponibiliza também alguns jogos de arcade e outros em flash. Ele utiliza os emuladores NESCafe e CottAGE para jogatina online pois ambos são escritos em Java. Uma boa pedida para quem não quer ter trabalho em achar ROMs e configurar emuladores ou quem quer relaxar no trabalho por alguns minutos.
Super Mario Star Necklace
Você tem uma namorada que adora videogame? Sorte sua! Que? O aniversário dela está próximo e você não tem idéia de como presenteá-la? Sorte a sua que nós temos a solução! Por apenas U$ 4,00 mais o frete você pode adquir este belíssimo Mario Star Necklace no Etsy e ainda leva dois pares de brinco de lambuja, um deles com as moedas e outro com as estrelas do jogo do encanador bigodudo. É uma pechincha e ela vai adorar.
Fonte: GameGirlAdvance
Projeto Gamescans

Boa notícia para nós os nostálgicos, o Projeto Gamescans do ótimo Nes Archive está de volta. Assim como o site GameScans já postado aqui o projeto está “scaneando” as antigas revistas brasileiras de sobre games e disponibilizando-as para download. Assim você pode guardar estas relíquias para sempre longe das traças e lê-las a qualquer momento no conforto do seu monitor. Acredito que qualquer um que tiver uma edição não catalogada pode e deve ajudar esse projeto a preservar a memória do cenário gamístico nacional.
Parabéns ao pessoal do Nes Archive pelo trabalho e pelos belos reviews sobre jogos antigos contidos no site que vale uma visita.
Prince of Persia Classic
Desculpem pela notícia defasada pois o jogo foi lançado em maio de 2007 para o Live Arcade por 800 pontos (aproximadamente U$ 10,00), mas como não tenho um Xbox 360 só agora soube. Mas tudo bem, o que vale e que vi o jogo, ou melhor, ainda não vi realmente ao vivo mas fiquei muito curioso. Pelo que li em alguns reviews na rede este é o bom e velho Prince of Persia clássico com gráficos totalmente reformulados, personagens tridimensionais e efeitos de luz de primeira. O design das fases e a jogabilidade entretanto permanecem os memos. Bem, talvez com um pouco menos de dificuldade devido a menor precisão exigida nos saltos que, diga-se de passagem, custaram muitas e muitas vidas e fios de cabelo dos antigos jogadores do PoP original de Jordan Mechner. Infelizmente o jogo muito provavelmente não será lançado pra nenhuma outra plataforma. Dessa forma eu vou ter que adicionar mais um pontinho no meu “medidor de vontade de adquirir um Xbox 360″. Parabéns para a Ubisoft e para a Gameloft. Espero que outras softwarehouses se espelhem neste belo trabalho e revivam alguns de seus clássicos com roupagem nova (alguém aí suspirou “Chrono Trigger“?). Vida longa ao Live Arcade.
Abaixo alguns screenshots e links.
Site oficial do jogo no Live Arcade
Site não oficial com link para demos de vários PoPs
PowerPak

Confesso que estou postando pouco por falta de tempo e também por preguiça mesmo, pois demoro um “tanto” pra pensar em algo legal que valha a pena ou fico fuçando a internet por longas horas em busca de novidades interessantes. Além disso estou até sem acesso a Internet em casa devido algumas mudanças na minha vida que estão me obrigando a ficar em um estado diferente do país a cada mês. Prometo que assim que tudo voltar ao normal (talvez mês que vem) as postagens acompanharão e vão ficar menos espaçadas.
Mas lendo o belo blog Press The Buttons vi um acessório interessante para o velho e bom Nes, trata-se de um cartucho aparentemente normal padrão americano para o console, mas olhando mais de perto você descobre que na verdade é um adaptador de cartões CompactFlash. Funciona assim: você pega aquele montão de jogos de Nes que estão no seu computador (acho que não dá 500 MB) ou só aqueles que lhe interessam e copia para o cartão, insere o mesmo no PowerPak e espeta o acessório naquele seu Nes que está mofando no armário e terá todos eles disponíveis para jogar à velha maneira, direto na sua TV com aquele controle quadrado de apenas dois botões. E acreditem, a experiência é diferente de jogar no seu monitor através dos emuladores. Lembro do que o saudoso Hellmatic escreveu quando traduziu para o nosso pt-Br o clássico Ninja Gaiden quando lhe perguntaram o que gostaria de ganhar em troca do trabalho, ele simplesmente respondeu que gostaria de jogar o game traduzido no seu Nes se houvesse uma maneira de enfiá-lo novamente num cartucho. Bem Hellmatic, suas preces foram atendidas.
Você pode encontra o PowerPak na RetroZone Online Store pela “bagatela” de U$ 135,00. É claro que você tem que ser bastante nostálgico pra desembolsar essa quantia, mas pra quem pode deve valer a pena pois o acessório no momento está em falta.
A Era do Videogame

Alguém lembra daquele especial do Globo Reporter sobre “A Febre dos Videogames” de 1991? Pois é, estava navegando hoje e vi que a Discovery fez um documentário sobre videogames também, mas bem mais completo que a do Globo Repórter. Chamado de “A Era do Videogame” o documentário mostra a história destas máquinas desde os seus primórdios até os dias de hoje, falando desde o Pong até os MMORPGs modernos. Comenta sobre a influência que os mesmos possuem na cultura mundial falando inclusive sobre o momento histórica pelo qual o planeta passava a cada evolução destes “brinquedos”. Também mostra de que forma jogos clássicos como Pac-Man, Super Mario e Zelda influenciaram seus sucessores e os próprios video-games. Por fim remontam todo o árduo processo de desenvolvimento dos jogos.
E o melhor de tudo, o documentário é totalmente dublado para o nosso querido “pt-Br”.
São cinco episódios no total, com cerca de 45 minutos cada um. Os espisódios estão sub-divididos em outras partes (de 5 a 7) e estão disponíveis no Youtube. Os links você confere aí em baixo.
Eles podem ser assistidos no próprio browser mas aconselho a baixá-los. Uma boa dica é usar um video downloader como o VideoGet ou sites que oferecem esse serviço como o KeepVid.
Vejam, divirtam-se e aprendam como foi longa e difícil a caminhada dos videogames.
A Era do Videogame – Episódio 1
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6
A Era do Videogame – Episódio 2
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6
A Era do Videogame – Episódio 3
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6 – Parte 7
A Era do Videogame – Episódio 4
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5 – Parte 6
A Era do Videogame – Episódio 5
Parte 1 – Parte 2 – Parte 3 – Parte 4 – Parte 5
Abaixo a sinópse (meio “V de Vingança”) dos episódios diretamento do site da Discovery.
Episódio 1 – O Polegar
Na década de 50, a Guerra Fria evoluía rapidamente entre os superpoderes dos Estados Unidos e da União Soviética. Uma inimizade mutuamente declarada compelia a um beco sem saída, onde a tecnologia era utilizada para criar simulações de mísseis e prever os resultados de uma guerra nuclear. Essa mesma tecnologia da computação foi utilizada para desenvolver o primeiro jogo de computador em 1958 – Tennis for Two. A Corrida Espacial e a Guerra do Vietnã coincidiram com o jogo de Steve Russell Space War! e o surgimento dos primeiros gigantes no negócio de videogames – Nolan Bushnell, criador do Atari. No Japão pós Segunda Guerra, a eletrônica e a tecnologia da computação surgiram para reconstruir um país e sua economia, devastados pela bomba atômica. Space Invaders e Pac-Man logo seguiram e a Idade de Ouro dos videogames nasceu. Steve Russell, Nolan Bushnell, Ralph Baer (considerado por muitos como o inventor do videogame) e Toru Iwatani (desenhista do Pac-Man) são alguns dos principais personagens da história dos videogames apresentados neste episódio.
Episódio 2 – O Rosto
No final das décadas de 70 e 80, em vez de controlar “coisas”, como naves espaciais e raquetes de tênis, a tecnologia dos videogames deixou os jogadores comandarem personagens reconhecíveis com rostos reais e uma história própria. Os desenvolvedores de jogos estavam liberados para criar videogames mais complexos, com viagens heróicas, e assim surgiram os famosos Mario, Donkey Kong e Zelda, concebidos por Japoneses como Shigeru Miyamoto. Mas, nos anos 90, a Geração X apareceu e os games jogados na sua infância não conseguiam satisfazer a ansiedade dos novos adolescentes que agora permeavam a cultura pop. Com o Genesis da Sega e o PlayStation da Sony, os jogadores de game rejeitaram os personagens bonitinhos das histórias em quadrinhos a favor de heróis mais corajosos, como o Sonic the Hedgehog, e anti-heróis, em games como a série Grand Theft Auto. Conforme os jogadores cresciam, seu idealismo juvenil foi substituído por uma visão mais belicosa do mundo e um anseio por anti-heróis realísticos e bravos. Esse episódio apresenta entrevistas com Trip Hawkins (empresário do Vale do Silício e co-fundador da Electronic Arts), Al Lowe (criador do Leisure Suit Larry), Tim Schafer (criador de Full Throttle) e outras figuras notáveis na indústria dos games.
Episódio 3 – As Pernas
Foi um conceito desconhecido para os primeiros desenhistas de games, mas com jogos como Castle Wolfenstein 3-D e Doom, os videogames evoluíram de suas raízes primitivas em 2-D para mundos com detalhes ricos em 3-D, o que levou a indústria por novos, emocionantes e complexos caminhos. Os desenhistas agora tinham a tecnologia para criar games que simulavam com exatidão o mundo real. Pela primeira vez, eles tinham de lidar com uma pergunta difícil: em quanto tempo um game seria praticamente indistinguível da realidade? Após os ataques terroristas de 11 de setembro, o mesmo governo que lutava para regulamentar os videogames designou o uso dos mesmos como ferramenta de recrutamento para o exército. Assim nasceu America’s Army e junto com ele um debate quanto à moralidade de recrutar jovens para a guerra real através da diversão virtual. Algumas das pessoas entrevistadas nesse episódio são o Coronel Casey Wardynski (Diretor e criador do projeto do America’s Army) e Asi Burak (produtor do Peacemaker – um jogo de computador que simula o conflito árabe-israelense).
Episódio 4 – A Mente
Desde a invenção do computador, o homem teme “a máquina” e sua habilidade de pensar. Mas foi o poder único de computação desta máquina que possibilitou o desenvolvimento de novos games imprevisíveis, inteligentes e maleáveis. SimCity e Civilization, por exemplo, simulam mundos inteiros e deixam os jogadores fazer experiências com causa e efeito. No começo da década de 90, o tumulto global forçou os jogadores a encontrar consolo no mundo dos videogames – um mundo virtual que oferecia controle em uma época quando o mundo real parecia perigosamente fora de controle. Agora, os videogames tornavam-se ferramentas para o aprendizado e a expressão criativa. Os jogadores usam games como Halo e Unreal Tournament 3 para contar suas próprias histórias através de conteúdos personalizados, compartilhados na internet. A linha entre produtor e cliente ficou borrada para sempre – mais uma prova de que os videogames estão destinados a tornar-se a forma dominante de entretenimento. Esse episódio apresenta Will Wright (criador de SimCity, The Sims e Spore), Sid Meier (desenvolveu a série de games Civilization) e John Brennan (ator-dublador de Jerky Boys e Family Guy).
Episódio 5 – O Coração
O advento da internet mudou tudo – inclusive os videogames. Quando a ARPNET, uma precursora militar da internet, foi ativada em 1969, os gamers quase que imediatamente começaram a usar essa nova tecnologia. Mas o que começou como games de aventura baseados em texto chamado MUDs (masmorras de múltiplos usuários), evoluiu rapidamente para games de aventura on-line baseados em representações gráficas chamados MMOs (games on-line de múltiplos jogadores). A partir de Ultima Online até o MMO de maior sucesso de todos os tempos, World of Warcraft, os gamers agora são atraídos para vidas virtuais, onde combatem amigos e inimigos em todo o mundo na segurança de seus computadores pessoais. No mundo virtual, os jogadores descobriram que podem ser qualquer um, ou qualquer coisa. A capacidade de reinventar-se virtualmente tornou-se uma experiência irresistível para muitos e alguns críticos têm imaginado se a linha entre o mundo real e o virtual ficou perigosamente obscura. Muitos gamers passam mais tempo no mundo virtual do que no real, mas eles argumentam que as experiências virtuais dos MMOs ainda são experiências humanas simplesmente produzidas por meio da última onda de tecnologia – o videogame. Esse episódio inclui entrevistas com Cory Ondrejka (responsável pela Tecnologia na Linden Lab) e Richard Bartle (escritor inglês e pesquisador de games mais conhecido por ser co-autor do MUD.
Chrono Ressurection

Essa é bem antiga mas talvez alguns ainda não saibam. Fãs da obra de arte Chrono Trigger estavam trabalhando em um remake do jogo totalmente em 3D. Apesar de não sair de uma grande companhia o jogo estava ficando bem profissional, com ótimos gráficos e ambientação capturada com perfeição da sua contraparte em 2D. Infelizmente a Square-Enix, detentora dos direitos não gostou nada da idéia e decidiu acabar com a festa, mesmo com os produtores jurando de pé junto que não iam obter nenhum dinheiro com produto, seria coisa de fã para fã mesmo. Não adiantou e o projeto foi cancelado em setembro de 2004. Até hoje, porém, a página está no ar e há inclusive um vídeo mostrando já alguns cenários e animações. Agora eu me pegunto, tudo bem Square-Enix, vocês são os donos, mas e aí, se não deixam que outros façam então porque vocês mesmo não fazem? Afinal há uma legião enorme de fãs que pedem isso há um bom tempo! Há inclusive uma petição online, aliás duas, para que a Square-Enix permita a continuidade do projeto com 10.216 assinaturas até hoje. Espero que a Square-Enix entenda um dia que a paixão por uma história, seja um livro, filme ou jogo e a consequente continuidade da mesma depende dos fãs e de quão vivo aquilo está em nossa memória. Façam como a Lucasfilm que deixa que os fãs brinquem a vontade e ainda incentivam esse tipo de coisa.
Página oficial do projeto
Vídeo Teaser do Jogo
Petição Online
Petição em Flash
O vencedor do Qual é o Jogo #01
É, parece que temos um vencedor!!! O Sr. Anônimo matou a cobra e mostrou o link. Ele entra para o hall da fama!!! Brincadeiras a parte, parabéns mesmo. Não é tão fácil assim acertar um jogo pela foto se o jogo não for muito conhecido. Esta pérola chama-se Kabuki Quantum Fighter e foi feito para Nintendo 8 bits em 1990 pela Humam Creative. Possui um gameplay muito parecido com os Ninja Gaidens e Castlevanias do console embora não tenha o mesmo charme. A história também é interessante: no ano de 2056 um supervirus contamina o sistema de defesa que controla as armas nucleares do planeta. Assim um jovem coronel chamado Scott O’Connor se oferece para tentar impedir que o vírus destrua a Terra através de uma máquina nunca utilizada que transforma as suas ondas cerebrais em dados, fazendo com que ele possa literalmente viajar pelo cyberespaço dominado pelo vírus. Ok, é meio Matrix, mas possui 9 anos de vantagem. O jogo é bem difícil (eu quase joguei o controle pela janela umas 3 vezes) mas é bem legal e a tem gráficos bons para a época. Se não quiser sair procurando pela internet pela ROM pode jogar pelo excelente nintendo8.com.
Review positivo
Review negativo fornecido pelo nosso amigo anônimo
Página na Wikipedia
Jogo “jogável” pelo 1980-games


